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Como identificar catarata congênita, no seu bebê?


A catarata geralmente está associada ao envelhecimento natural do cristalino, que vai aos poucos perdendo sua transparência. Exatamente por isso, costuma ser mais frequente em pessoas idosas.


Contudo, no caso da catarata congênita, a doença se desenvolve durante a gestação. Assim, é comum que as possíveis razões estejam associadas à condições de saúde da mulher grávida, como:


. Doenças infecciosas, como sífilis, toxoplasmose, rubéola ou sarampo.

. Doenças autoimunes.

. Alterações metabólicas.

. Diabetes.

. Alguns tipos de medicamentos.



Principais sinais de que seu bebê pode ter catarata


O sinal mais claro de um caso de catarata congênita está na mancha esbranquiçada característica na superfície dos olhos. Ao contrário do que se acredita, ela nem sempre é imediatamente visível, apenas quando exposta a alguma fonte de luz.


Por essa razão, o teste de reflexo vermelho (também conhecido como exame do olhinho) é tão importante. Ele deve ser feito durante a primeira semana de vida e em intervalos regulares, até mais ou menos 24 meses.


Por meio deste exame é possível detectar de maneira eficiente não apenas a catarata congênita, como também o retinoblastoma.


Outros sinais de que seu bebê pode estar sofrendo com a catarata congênita são:

. Dificuldade de fixar objetos: você percebe que os olhos do bebê nunca parecem estar devidamente . focados em lugar nenhum. Isso pode ser um sinal de que ele não está enxergando bem.

. Estrabismo: os olhos do bebê estão desalinhados da posição normal, não se focando na mesma direção.

Como é tratada a catarata em bebês?


O tratamento da catarata congênita depende muito do tipo e da gravidade da doença.


No caso da catarata polar anterior (geralmente fruto de causas genéticas), por exemplo, é muito raro que a intervenção cirúrgica seja necessária, pois esta doença atrapalha menos a entrada de luz. Nesses casos mais limitados, o tratamento poderá ser realizado por meio da prescrição de medicamentos ou colírios.


Para outros tipos de catarata, como a polar posterior, nuclear e cerúlea, o tratamento costuma ser uma cirurgia. O procedimento consiste em trocar a lente natural do olho por uma lente artificial 100% transparente, preservando a capacidade visual da criança e evitando o desenvolvimento de outras condições oftalmológicas associadas à catarata. A recomendação é que o procedimento seja realizado entre as 6 primeiras semanas e 3 meses de vida, logo após o diagnóstico mais precoce possível. Em primeiro momento, é realizada a extração da lente com a catarata e o implante da lente ocular é realizado entre 1 a 2 anos de idade.

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